Enxergue Adiante

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Seja uma pessoa forte, positiva, real, amorosa. 
Enxergue adiante. 
Aproveite as oportunidades do agora. 
E não aceite o ditado Deixe como está para ver como fica
A sua vida pede avanço, dinamismo, confiança. 
Dê a você mesmo as chances para progredir. 
E digite no Banco Divino suas senhas de esperança e paz. 
Ainda que tudo esteja contra você, levante o ânimo, creia
em Deus e acredite que uma boa hora há de chegar. 
Ser positivo é estar de bem com Deus.

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Simples Felicidade

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Pode ter certeza que a felicidade não está num armário cheio de sapatos e roupas de grife, um belo carro importado último modelo, festas sofisticadas, muita fama e uma conta bancária polpuda.
E quem espera encontrá-la no muito, se surpreende com tão pouco.
É aquele gostinho de confiar no amigo ao lado.
De saborear a refeição mais simples e repetir o prato.
É ter a certeza de que seremos amigos para sempre.
Ainda que o sempre seja esta tarde.
Que importa o luxo se a vida é um lixo?
Perdoando as ofensas e besteiras dos adultos que não cresceram.
Rir de tudo, porque nada é tão sério quanto o seu fígado.
E descobrir no abraço afetuoso de alguém, naquela hora de dor que felicidade é essa experiência única que nos proporciona o amor.
E ter a certeza que não perdemos, ganhamos, multiplicamos.
Ser a eterna criança que o Mestre chamou:
Deixai vir a mim as criançasporque delas é o Reino dos Céus” Jesus

Felicidade é aquele sorriso ingênuo no rosto que diz que tudo é bom.

A Felicidade é envelhecer no corpo e ser eterna criança na alma.

Ser feliz é um contentamento estranho com o que já temos, e a possibilidade de ainda dividirmos com quem mais precisa.

 

Paulo Roberto Gaefk

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Emoções Saudáveis

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Não dá para dissociar a saúde das emoções.

Não porque as emoções afetam diretamente a sua saúde,

mas a maneira como você lida com elas é que faz a diferença.

 

 

Aquilo que você faz com a sua emoção,

que a transforma em uma “maravilhosa escada” para subir,

ou um poço profundo onde enterramos nossas ambições.


Por isso, é fundamental que não fiquemos guardando, represando ou remoendo angústias.


Pegue as suas emoções e transforme-as em “movimento”.

 

O que não te agrada, o que está te incomodando, jogue para fora.

 

Não guarde nada que não seja “bom de se conservar”.

 

Acho que é por isso que quase todas as “conservas” são azedas.
Quando tentamos manter algo que não nos faz bem, azedamos.


Procure alguém de confiança, amigo ou profissional, e DESABAFE!

 

Jogue para fora o que te incomoda.

Aprenda ainda mais a respeitar esse templo sagrado que é o seu corpo.

 

Da vida, leve a saudade gostosa,  a amizade sincera, o amor que se viveu

ou que se vive de forma prazerosa.

A esperança que acalanta os sonhos,

e a alegria, eterna companheira da alma,

que se aflige com a nossa aflição.

 

Tudo é passageiro, tudo é emoção.

 

Por isso, desabafe, solte-se, desapegue-se.

 

 

Paulo Roberto Gaefke

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Sua Paz

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A tua paz é o mais importante.
 Para defendê-la, luta contra as impressões de que te falta algo, de que
não atingiste o teu “ponto básico”, de que permaneces em busca de
algo difícil  de alcançar, de que a tua paz só será completa quando
tiveres “algo mais”, de que o bom ainda não chegou para ti.
 Em qualquer situação, seja de carência financeira,
de atividades febricitantes ou de prementes
necessidades, reconhece-te na posse da paz.
 Convence-te de que a tua paz é a produtora de teus êxitos,
é o teu maior ponto de apoio, é Deus dentro de ti. 
 Assim afastas as negatividades, os sentimentos
repulsivos, e te tornas pessoa mais vencedora.
 Tendo a paz interior, tudo o mais é secundário.

 

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A Arte da Lentidão

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Talvez precisemos de voltar a essa arte tão humana que é a lentidão. Os nossos estilos de vida parecem irremediavelmente contaminados por uma pressão que não dominamos; não há tempo a perder; queremos alcançar as metas o mais rapidamente que formos capazes; os processos desgastam-nos, as perguntas atrasam-nos, os sentimentos são um puro desperdício: dizem-nos que temos de valorizar resultados, apenas resultados.
À conta disso, os ritmos de atividade tornam-se impiedosamente inaturais. Cada projeto que nos propõem é sempre mais absorvente e tem a ambição de sobrepor-se a tudo. Os horários avançam, impondo um recuo da esfera privada. E mesmo estando aí é necessário permanecer contactável e disponível a qualquer momento. Passamos a viver num open space sem paredes nem margens, sem dias diferentes dos outros, sem rituais reconfiguradores, num contínuo obsidiante, controlado ao minuto. Damos por nós ofegantes, fazendo por fazer, atropelados por agendas e jornadas sucessivas em que nos fazem sentir que já amanhecemos atrasados.
Deveríamos, contudo, refletir sobre o que perdemos, sobre o que vai ficando para trás, submerso ou em surdina, sobre o que deixamos de saber quando permitimos que a aceleração nos condicione deste modo. Com razão, num magnífico texto intitulado “A lentidão”, Milan Kundera escreve: «Quando as coisas acontecem depressa demais, ninguém pode ter certeza de nada, de coisa nenhuma, nem de si mesmo.» E explica, em seguida, que o grau de lentidão é diretamente proporcional à intensidade da memória, enquanto o grau de velocidade é diretamente proporcional à do esquecimento. Quer dizer: até a impressão de domínio das várias frentes, até esta empolgante sensação de omnipotência que a pressa nos dá é fictícia. A pressa condena-nos ao esquecimento.
Passamos pelas coisas sem as habitar, falamos com os outros sem os ouvir, juntamos informação que nunca chegamos a aprofundar. Tudo transita num galope ruidoso, veemente e efémero. Na verdade, a velocidade com que vivemos impede-nos de viver. Uma alternativa será resgatar a nossa relação com o tempo. Por tentativas, por pequenos passos. Ora isso não acontece sem um abrandamento interno. Precisamente porque a pressão de decidir é enorme, necessitamos de uma lentidão que nos proteja das precipitações mecânicas, dos gestos cegamente compulsivos, das palavras repetidas e banais. Precisamente porque nos temos de desdobrar e multiplicar, necessitamos de reaprender o aqui e o agora da presença, de reaprender o inteiro, o intacto, o concentrado, o atento e o uno.
Lembro-me de uma história engraçada que ouvi contar à pintora Lourdes de Castro. Quando em certos dias o telefone tocava repetidamente, e os prazos apertavam e tudo, de repente, pedia uma velocidade maior do que aquela que é sensato dar, ela e o Manuel Zimbro, seu marido, começavam a andar teatralmente em câmara lenta pelo espaço da casa. E divergindo dessa forma com a aceleração, riam-se, ganhavam tempo e distanciamento crítico, buscavam outros modos, voltavam a sentir-se próximos, refaziam-se.
Mesmo se a lentidão perdeu o estatuto nas nossas sociedades modernas e ocidentais, ela continua a ser um antídoto contra a rasura normalizadora. A lentidão ensaia uma fuga ao quadriculado; ousa transcender o meramente funcional e utilitário; escolhe mais vezes conviver com a vida silenciosa; anota os pequenos tráficos de sentido, as trocas de sabor e as suas fascinantes minúcias, o manuseamento diversificado e tão íntimo que pode ter luz.

 José Tolentino Mendonça

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Desejar e Querer

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“Entre o que desejamos e o que temos,
existe uma barreira, uma distância,
que pede muito mais do que o desejo puro e simples,
exige dedicação e por vezes um certo sofrimento,
paciência e abnegação, um preço para cada conquista,
que nem todos estão dispostos a pagar.”
Por isso, há os que vencem,
e há os que nunca alcançam.
Gente que vê a estrada florida,
e outros que permanecem no charco,
há os que encontram, e os que nunca se acham.
Muitos desistem no meio, outros nem começam,
mas os que persistem, vencem a si mesmos,
são os que recolhem pedras com as mãos,
aqueles que não temem a noite escura,
porque não enxergam os problemas,
olham para a frente, para o futuro,
com a lanterna da insistência nas mãos,
e vão passando obstáculos, suando muito,
porque toda vitória é fruto maduro,
da perseverança e da transpiração.
Se o seu sonho te parece impossível,
saiba que a esperança é o estopim,
que acende a dinamite da determinação,
e que todo aquele que crê e persevera,
acaba encontrando mais do que espera,
na curva da vida que os tolos chamam de sorte,
e que os determinados munidos da paciência,
reconhecem de longe, alcançando o sucesso,
chamam sabiamente de “consequência”.
Paulo Roberto Gaefke

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Tenha Bom Ânimo

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Tenha bom ânimo.

 

Não desista. Persista.

 

Imite a corrente da água que escoa sem

cessar, apesar dos empecilhos da marcha.

 

Sorria, apesar de tudo. Sorrindo, não há

mágoa que possa subsistir no seu coração.

 

Esforce-se. Recorde que a vitória, para ser

verdadeira, precisa ter sido difícil.

 

Ame o mais que possa. Com amor, será

mais fácil vencer as dificuldades.

 

Lutar, continuar sempre, é saber

desfrutar o verdadeiro valor da vida.

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Sabedoria

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Use as perdas para refinar a paciência.

Use as falhas para esculpir a serenidade.

Use a dor para lapidar o prazer.

Use os obstáculos para as janelas da inteligência.

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Pessoas Especiais

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As pessoas especiais são aquelas que tem a habilidade de dividir suas vidas com os outros.

Elas são honestas nas atitudes, são sinceras e compassivas, e sempre dão por certo que o amor é parte de tudo.

As pessoas especiais são aquelas que tem a habilidade de se doar aos outros, e de ajudá-los com as mudanças que surgem em seus caminhos. Elas não tem medo de serem vulneráveis; elas acreditam que são únicas e tem orgulho em ser em quem são.

As pessoas especiais são aquelas que se permitem o prazer de estar próximas aos outros e importar-se com a felicidade deles.

Elas vieram para entender que o amor é o que faz a diferença na vida. As pessoas especiais são aquelas que realmente tornam a vida bela.

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O Perigo da Meia Verdade

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Conta-se que um sábio, querendo mostrar a um rei os perigos das meias verdades, pediu que colocassem o elefante diante de seis cegos e disse-lhes:

-Há um objeto diante de vocês. Toquem nele e depois digam o que é.

Claro, nenhum dos seis homens tinha visto um elefante, portanto não sabiam o que era. O primeiro aproximou-se, tocou numa parte do animal e disse:

-Parece um muro.

O segundo homem tocou em outra parte e disse:

-É uma lança.

-Disparate!-exclamou o terceiro cego.

-Acho que é mais parecido com uma cobra.

-Bem-disse o quarto homem, ao apalpar o animal, parece uma árvore.

Os outros riram dele, e quinto homem deu a sua opinião. Pegando em outra parte, disse:

-Com certeza é um leque.

Finalmente, o sexto cego, por sua vez, tocou no elefante e disse:

-Parece-me a mim que é uma corda.

-Tantas opiniões diferentes-disse o rei.

-Que grande confusão.

-Mas não é, explicou o sábio.

Pois o elefante, tem, na verdade, flancos como muros, dois grandes dentes como lanças, uma tromba que parece uma cobra, pernas como pequenas árvores, as suas orelhas são como dois leques e o rabo parece uma corda.

Juntando tudo isso, temos uma descrição, quase perfeita, de um elefante! Afinal, os seis homens cegos viram o elefante, isto é, viram-no não pelos olhos, mas sim pelo tato.

E cada um não mentiu.

O que eles fizeram foram contar um pedaço da verdade.

E isso, mesmo sendo a realidade, pode até parecer uma mentira.

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