Não Estrague o seu Dia

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A sua irritação não solucionará problema algum.


As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.


Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.


O seu mau humor não modifica a vida.
A sua dor não impedirá que o Sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.


A sua tristeza não iluminará os caminhos.


O seu desânimo não edificará a ninguém.


As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.


As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.


Não estrague o seu dia.

Aprenda, com a Sabedoria Divina, a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o Infinito Bem.

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Felicidade ou Alegria

 

Todos nós queremos ser felizes, mas sem sentir buscamos essa felicidade fora de nós mesmos!

Não podemos também confundir Felicidade, com alegria!
Felicidade é Paz interior!

Essa Paz tem que ser conquistada aos poucos e sempre: cultivando o Amor ao Próximo, tendo a consciência sempre tranqüila de que fazemos o melhor, perdoando-nos pelos erros cometidos, agradecendo o que se tem, respeitando o direito e a individualidade de cada ser humano, procurando fazer o outro feliz, confiando em Deus!

Quem vive a fim de prejudicar ou magoar alguém, seja com atos ou palavras, não pode reclamar que a “sorte” não lhe sorri!
Por que tantos comemoram a tristeza de uns e se entristecem com a vitória de outros? Não é bem mais fácil cada um cuidar de sua própria vida, buscando essa Felicidade dentro de si mesmos?
CADA UM DE NÓS TEM POTENCIAL PARA CHEGAR ONDE QUISER!

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Filosofia do Sucesso

  1. Se você pensa que é um derrotado,
    você será um derrotado.
    Mesmo que você queira vencer,
    mas pensa que não vai conseguir,
    a vitória não sorrirá para você.

    Se você fizer as coisas pela metade,
    você será um fracassado.
    Nós descobrimos neste mundo
    que o sucesso começa pela intenção da gente
    e tudo se determina pelo nosso espírito.

    Se você pensa que é um malogrado,
    você se torna como tal.
    Se você almeja atingir uma posição mais elevada,
    deve, antes de obter a vitória
    dotar-se da convicção de que conseguirá infalivelmente.

    A luta pela vida, nem sempre é vantajosa
    aos fortes, nem aos espertos.
    Mais cedo ou mais tarde,
    quem cativa a vitória
    é aquele que crê plenamente: EU CONSEGUIREI!

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Soneto da Amizade

 

Um bom coração é casa de acolhida,

luz, simpatia e empatia.

Nasce uma profunda amizade,

sentimento profundo

que pode transformar uma vida.

Amizade: tesouro eterno, conselhos,

ajuda, segredos e partilha,

sincera comunicação nos fracassos

e também nas alegrias.

Não há distância,

não há separação.

Há um natural bem-me-quer,

fidelidade, aliança espontânea

e sincera comunhão.

Amizade: amor sem fronteiras,

afável liberdade.

As diferenças são iguais no perdão,

no belo prazer do dom da amizade.

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Crescimento

O sofrimento é aquele recipiente pelo qual passa a ação purificadora de Deus em direção à nossa alma e com destinação à nossa perfeição espiritual.

Se não fosse o sofrimento, nós viveríamos mergulhados, permanentemente no oceano das nossas ilusões. É ele que nos desperta para a realidade dos valores espirituais e nos mostra a face do Cristo.

Após um sofrimento, moral ou físico, cada um de nós sai mais consciente, mais humano e mais cristão.

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Tijolo Sobre Tijolo

Um pequeno riacho é calmo e relativamente inofensivo, mas vários riachos podem se agrupar e formar um poderoso rio, de enorme força. Uma leve garoa é macia e agradável, mas se pudessem unir  suas forças, várias garoas poderiam formar tempestades capazes de derrubar prédios.

Coisas grandes são formadas de pequenas coisas.

Para aprender a controlar as grandes coisas devemos começar fazendo as pequenas e fazê-las repetidas vezes. Isto é como colocar um tijolo sobre o outro e, devagarinho, ir formando uma sólida e forte parede. Fácil como levantar o telefone e fazer uma ligação de prospecção e, de telefonema em telefonema, ir construindo uma base maciça. É colocar os pensamentos no papel e formar uma obra-prima.

Toda realização é construída de pequenos passos. Planeje seus passos. Dê o primeiro, depois outro, e você conquistará seus objetivos.

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Enxergue Adiante

 

Seja uma pessoa forte, positiva, real, amorosa. 
Enxergue adiante. 
Aproveite as oportunidades do agora. 
E não aceite o ditado Deixe como está para ver como fica
A sua vida pede avanço, dinamismo, confiança. 
Dê a você mesmo as chances para progredir. 
E digite no Banco Divino suas senhas de esperança e paz. 
Ainda que tudo esteja contra você, levante o ânimo, creia
em Deus e acredite que uma boa hora há de chegar. 
Ser positivo é estar de bem com Deus.

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Simples Felicidade

 

Pode ter certeza que a felicidade não está num armário cheio de sapatos e roupas de grife, um belo carro importado último modelo, festas sofisticadas, muita fama e uma conta bancária polpuda.
E quem espera encontrá-la no muito, se surpreende com tão pouco.
É aquele gostinho de confiar no amigo ao lado.
De saborear a refeição mais simples e repetir o prato.
É ter a certeza de que seremos amigos para sempre.
Ainda que o sempre seja esta tarde.
Que importa o luxo se a vida é um lixo?
Perdoando as ofensas e besteiras dos adultos que não cresceram.
Rir de tudo, porque nada é tão sério quanto o seu fígado.
E descobrir no abraço afetuoso de alguém, naquela hora de dor que felicidade é essa experiência única que nos proporciona o amor.
E ter a certeza que não perdemos, ganhamos, multiplicamos.
Ser a eterna criança que o Mestre chamou:
Deixai vir a mim as criançasporque delas é o Reino dos Céus” Jesus

Felicidade é aquele sorriso ingênuo no rosto que diz que tudo é bom.

A Felicidade é envelhecer no corpo e ser eterna criança na alma.

Ser feliz é um contentamento estranho com o que já temos, e a possibilidade de ainda dividirmos com quem mais precisa.

 

Paulo Roberto Gaefk

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Emoções Saudáveis

 

Não dá para dissociar a saúde das emoções.

Não porque as emoções afetam diretamente a sua saúde,

mas a maneira como você lida com elas é que faz a diferença.

 

 

Aquilo que você faz com a sua emoção,

que a transforma em uma “maravilhosa escada” para subir,

ou um poço profundo onde enterramos nossas ambições.


Por isso, é fundamental que não fiquemos guardando, represando ou remoendo angústias.


Pegue as suas emoções e transforme-as em “movimento”.

 

O que não te agrada, o que está te incomodando, jogue para fora.

 

Não guarde nada que não seja “bom de se conservar”.

 

Acho que é por isso que quase todas as “conservas” são azedas.
Quando tentamos manter algo que não nos faz bem, azedamos.


Procure alguém de confiança, amigo ou profissional, e DESABAFE!

 

Jogue para fora o que te incomoda.

Aprenda ainda mais a respeitar esse templo sagrado que é o seu corpo.

 

Da vida, leve a saudade gostosa,  a amizade sincera, o amor que se viveu

ou que se vive de forma prazerosa.

A esperança que acalanta os sonhos,

e a alegria, eterna companheira da alma,

que se aflige com a nossa aflição.

 

Tudo é passageiro, tudo é emoção.

 

Por isso, desabafe, solte-se, desapegue-se.

 

 

Paulo Roberto Gaefke

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Sua Paz

 

A tua paz é o mais importante.
 Para defendê-la, luta contra as impressões de que te falta algo, de que
não atingiste o teu “ponto básico”, de que permaneces em busca de
algo difícil  de alcançar, de que a tua paz só será completa quando
tiveres “algo mais”, de que o bom ainda não chegou para ti.
 Em qualquer situação, seja de carência financeira,
de atividades febricitantes ou de prementes
necessidades, reconhece-te na posse da paz.
 Convence-te de que a tua paz é a produtora de teus êxitos,
é o teu maior ponto de apoio, é Deus dentro de ti. 
 Assim afastas as negatividades, os sentimentos
repulsivos, e te tornas pessoa mais vencedora.
 Tendo a paz interior, tudo o mais é secundário.

 

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A Arte da Lentidão

 

Talvez precisemos de voltar a essa arte tão humana que é a lentidão. Os nossos estilos de vida parecem irremediavelmente contaminados por uma pressão que não dominamos; não há tempo a perder; queremos alcançar as metas o mais rapidamente que formos capazes; os processos desgastam-nos, as perguntas atrasam-nos, os sentimentos são um puro desperdício: dizem-nos que temos de valorizar resultados, apenas resultados.
À conta disso, os ritmos de atividade tornam-se impiedosamente inaturais. Cada projeto que nos propõem é sempre mais absorvente e tem a ambição de sobrepor-se a tudo. Os horários avançam, impondo um recuo da esfera privada. E mesmo estando aí é necessário permanecer contactável e disponível a qualquer momento. Passamos a viver num open space sem paredes nem margens, sem dias diferentes dos outros, sem rituais reconfiguradores, num contínuo obsidiante, controlado ao minuto. Damos por nós ofegantes, fazendo por fazer, atropelados por agendas e jornadas sucessivas em que nos fazem sentir que já amanhecemos atrasados.
Deveríamos, contudo, refletir sobre o que perdemos, sobre o que vai ficando para trás, submerso ou em surdina, sobre o que deixamos de saber quando permitimos que a aceleração nos condicione deste modo. Com razão, num magnífico texto intitulado “A lentidão”, Milan Kundera escreve: «Quando as coisas acontecem depressa demais, ninguém pode ter certeza de nada, de coisa nenhuma, nem de si mesmo.» E explica, em seguida, que o grau de lentidão é diretamente proporcional à intensidade da memória, enquanto o grau de velocidade é diretamente proporcional à do esquecimento. Quer dizer: até a impressão de domínio das várias frentes, até esta empolgante sensação de omnipotência que a pressa nos dá é fictícia. A pressa condena-nos ao esquecimento.
Passamos pelas coisas sem as habitar, falamos com os outros sem os ouvir, juntamos informação que nunca chegamos a aprofundar. Tudo transita num galope ruidoso, veemente e efémero. Na verdade, a velocidade com que vivemos impede-nos de viver. Uma alternativa será resgatar a nossa relação com o tempo. Por tentativas, por pequenos passos. Ora isso não acontece sem um abrandamento interno. Precisamente porque a pressão de decidir é enorme, necessitamos de uma lentidão que nos proteja das precipitações mecânicas, dos gestos cegamente compulsivos, das palavras repetidas e banais. Precisamente porque nos temos de desdobrar e multiplicar, necessitamos de reaprender o aqui e o agora da presença, de reaprender o inteiro, o intacto, o concentrado, o atento e o uno.
Lembro-me de uma história engraçada que ouvi contar à pintora Lourdes de Castro. Quando em certos dias o telefone tocava repetidamente, e os prazos apertavam e tudo, de repente, pedia uma velocidade maior do que aquela que é sensato dar, ela e o Manuel Zimbro, seu marido, começavam a andar teatralmente em câmara lenta pelo espaço da casa. E divergindo dessa forma com a aceleração, riam-se, ganhavam tempo e distanciamento crítico, buscavam outros modos, voltavam a sentir-se próximos, refaziam-se.
Mesmo se a lentidão perdeu o estatuto nas nossas sociedades modernas e ocidentais, ela continua a ser um antídoto contra a rasura normalizadora. A lentidão ensaia uma fuga ao quadriculado; ousa transcender o meramente funcional e utilitário; escolhe mais vezes conviver com a vida silenciosa; anota os pequenos tráficos de sentido, as trocas de sabor e as suas fascinantes minúcias, o manuseamento diversificado e tão íntimo que pode ter luz.

 José Tolentino Mendonça

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